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A EQUIPA

PROPRIETÁRIO

Nuno Monteiro Pereira, é médico urologista e professor universitário. O seu interesse pelos vinhos vem de criança, quando acompanhava as vindimas da casa de seu avô paterno, na aldeia bairradina da Mata, junto às Termas da Curia. Com a morte do avô, as uvas passaram a ser entregues na adega cooperativa de Mogofores. Nos anos 1980, quando o seu pai, também médico, se reformou, o vinho voltou a ser feito em casa, tendo acompanhado essa aventura vínica na meia dúzia de anos que ela ainda durou. Mas a ligação ao vinho está também presente no lado da sua família materna, proprietária de uma centenária empresa de comércio por grosso de vinhos e mercearias na vila do Bombarral, negócio que só terminou em 1977.

Com a sua mulher, Maria Emília Monteiro Pereira, médica radioncologista, adquiriu em 1996 a Quinta do Cerrado da Porta, com cerca de 3 hectares, dos quais 1 era ocupado por vinha. A ideia produzirem vinhos só foi verdadeiramente concretizada em 2011 e 2012, com o início da construção de uma adega tecnologicamente avançada, a aquisição de mais terrenos e a plantação de novos bacelos. O objetivo de uma produção integralmente feita a partir de uvas próprias só foi alcançado em 2015.

ENÓLOGA

Alexandra Mendes, formada pela Escola Superior Agrária de Santarém, com especialização em Engenharia Alimentar, vertente de Vinhos, e pós-graduada em Markerting Management. Fez o seu estágio profissional na Quinta da Romeira, em Bucelas e foi consultora das ribatejanas Quinta da Alorna, Encosta do Sobral e Adega Cooperativa de Gouxa. Desde 1996 é a responsável pela enologia da Adega Cooperativa de Dois Portos. É também consultora de enologia do Monte da Capela (Pias, Serpa) e da Alveirão, Sociedade Agrícola do ValGodinho (Torres Novas). É vice-presidente da Associação Portuguesa de Enologia. 

Enóloga da Quinta do Cerrado da Porta desde 2011, colaborou na definição da estratégia da Quinta e na escolha das castas a plantar. É a responsável por todos os vinhos produzidos, acompanhando todo o processo de colheita de uvas, vinificação e engarrafamento.

CONSULTOR DE VITICULTURA

Amândio Cruz, licenciado em Engenharia Agronómica pelo Instituto Superior de Agronomia (ISA), com pós-graduação em "Nutrição vegetal, fertilidade dos solos e fertilização". Doutorando em viticultura do ISA, é colaborador em vários projectos de investigação, europeus e nacionais, na área da viticultura. Autor e co-autor de 65 publicações, entre livros, artigos em revistas científicas, actas de congressos e revistas técnicas. Co-orientador de 7 teses de licenciatura e de 13 teses de mestrado. Presta apoio técnico-científico em viticultura nas regiões do Dão, Lisboa, Península de Setúbal, Alentejo, Açores e Catalunha. É o responsável da viticultura no Conselho Coordenador das Actividades Profissionais da Associação Portuguesa de Enologia.

É o responsável pela viticultura da Quinta do Cerrado da Porta desde janeiro de 2017.

DIRETOR COMERCIAL 

Miguel Monteiro Pereira, frequentou o 3º ano da Licenciatura em Cinema, Video e Comunicação Multimédia, que não concluiu. Foi entre 2007 e 2018 gerente do “Esquina da Bica”, um dos mais conhecidos bares da Rua da Bica, em Lisboa. Entre 2009 e 2014 foi o concessionário do quiosque/esplanada do Jardim do Torel, na época considerado uma das 10 melhores esplanadas de Lisboa. É desde 2015 proprietário do restaurante "Tasca do Mercado”, localizado no Mercado de Arroios. 

Participou no desenvolvimento inicial do projecto da Quinta do Cerrado da Porta, sendo desde 2015 o responsável pela comercialização dos vinhos produzidos pela Quinta, coordenando também as representações em provas, mostras e feiras vínicas. 

DIRETOR FINANCEIRO E DAS EXPORTAÇÕES

Tiago Monteiro Pereira, licenciado em engenharia de computadores pela Universidade Católica, com pós graduação em Business Administration and Management pelo ISCTE. 

Participou no desenvolvimento inicial do projecto da Quinta do Cerrado da Porta, sendo desde 2015 o seu responsável financeiro, tendo ainda com o cargo de Export Manager da empresa.

TRABALHADORES RURAIS

A Quinta do Cerrado da Porta tem dois trabalhadores rurais permanentes e contrata para trabalho temporário, mais dois ou três homens. Um dos trabalhadores permanentes é tratorista, com curso de operadores de máquinas agrícolas e licença para manejo de produtos fitosanitários. Formam a equipa que é responsável pelo duro trabalho da vinha, muitas vezes sob chuva intensa, frio extremo e calor excessivo. Nas vindimas, entre meados de agosto e principio de outubro, parte das uvas são colhidas mecânicamente, mas as uvas destinadas a espumantes e a vinhos premium são colhidas manualmente. É então necessário contratar 8 a 10 pessoas. É uma época de trabalho, mas também de festa. Na fotografia: Nuno Santos, José Fernando, Jaime Pereira, Francisco Rosa e Nelson.